BREVE HISTÓRICO Após ter dado, em terras paranaenses, reais mostras de sua capacidade e desejo de servir a Deus e à Pátria distante, através de trabalhos com crianças de descendência polonesa que emocionaram e fizeram arder, em centenas de imigrantes, a chama sempre viva do sentimento patriótico, chegava à capital gaúcha, em fins de mil novecentos e sessenta e dois (1962), o missionário Pe. Leon Lisiewicz para continuar sua missão de pregar a palavra de Cristo à frente da Capela polonesa de Porto Alegre, reunida sob a imagem de Nossa Senhora de Czestochowa, na Igreja Nossa Senhora de Monte Claro, situada à Avenida Presidente Roosevelt, 920. Com o mesmo dinamismo e entusiasmo que caracterizavam suas ações em terras brasileiras, desde sua chegada, o novo pároco, já a treze de Janeiro de mil novecentos e sessenta e três (13/01/1963), no salão paroquial, organizava um presépio, no qual crianças de origem polonesa provocaram exclamações de admiração ao cantarem, dançarem e declamarem na língua de seus antepassados. O empenho de Pe. Leon continuou crescendo a cada dia e, a vinte e quatro de março de mil novecentos e sessenta e três (24/03/1963), fundava-se oficialmente o "Conjunto Folclórico Jovem Polônia - JOPOL" ou "Zespól Piesni i Tanca Mloda Polska", composto por descendentes de poloneses dispostos a levar avante a tradição e a cultura polonesa, especialmente no tocante aos cantos e danças folclóricas. Dedicando-se, inicialmente, execução de cantos poloneses, o Coral "Mloda Polônia" teve como iniciadores, além de seu Diretor-Fundador, Pe. Leon Lisiewicz, as seguintes pessoas: Janina Figurski, Stanislawa Faley, Danuta Figurski, Viktoria Doliva, Regina Doliva, Helena Figurski, Bronislawa Olga Bujnicki, Bogumila Terezinha Meus, Wanda Listowski, Irena Magier, Domicela Listowski, Euzebius Lucjan Bakowicz, Franciszek Krupinsli, Jurek Haber e Josef Sapko. Executando canções do repertório dos conjuntos poloneses "Slask" e "Mazowsze", pela primeira vez subiu ao palco o "Jovem Polônia", no domingo de páscoa de mil novecentos e sessenta e três (1963), após missa das nove horas, no salão paroquial da Igreja Nossa Senhora de Monte Claro |